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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Conversa antiga sobre LUPA3

Recentemente, ao navegar nos blogs dos investidores, deparei-me com uma antiga conversa que tive com o colega InvestindoJa, referente a sua preferência e seus motivos para investir em LUPA3. A conversa pode ser acessada no blog dele, mas reproduzirei aqui.
Tudo começou em janeiro de 2012 quando ele postou o seguinte texto:

"LUPA3
Bem senhores,

Informo que realizei a troca da LUPA3 por HTMX11 ... estou de olho nos rendimentos mensais dos FII's para aumentar meus aportes mensais, em breve estarei chegando na casa de 100 reais mensais de rendimentos, porém ainda acredito na LUPATECH ao longo do ano, apesar de seu início de 2012 não acompanhar a bolsa, talvez até mesmo troque ela por ETER3 devido aos dividendos maiores. Outra alternativa que gosto muito é a POMO4 , Marcopolo está se consolidando como uma boa empresa, e está aproveitando bem a alta da bolsa. Deixarei está decisão mais pra frente quando poderei optar por alguma delas já que devo esperar uns 3 meses para poder comprar mais ações."

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O caso Mesbla e suas lições

Apesar da impopularidade e da carência de registros históricos, a bolsa brasileira possui casos lendários nos quais são ocasionalmente relembrados. Um dos casos mais memoráveis é o da Mesbla, famosa também pela sua ruína no mercado brasileiro.

Relembrar as derrocadas faz parte do aprendizado dos investidores. Estamos cientes de histórias de sucesso como da Ambev, Weg e Alpargatas. Mas devemos conhecer também os casos de empresas que abruptamente sumiram do mapa. Essas empresas são contraexemplos perfeitos que mostram quando as coisas não estão indo bem. E uma das empresas mais famosas desse gênero é a Mesbla.

domingo, 8 de dezembro de 2013

E se... a EBX tivesse dado certo?



Até quem não participa do mercado sabe que os projetos de Eike Batista e de sua holding EBX chegaram nem perto do prometido. Dezenas de milhares de investidores perderam fortunas ao investir em empresas como OGX, LLX e MMX. Alguns dizem que foi criado um excesso de propaganda através de um fortíssimo marketing, abrangendo desde o caractere “X” do nome das empresas, a megalomania dos projetos até o posicionamento do acionista controlador perante o futuro. Vemos pela internet diversos acionistas lamentando o ocorrido, culpando Eike Batista, a Bovespa e a CVM. Mas e se os projetos tivessem dado certo? Será que alguns acionistas escreveriam textos semelhantes ao que está a seguir, desdenhando completamente o alto risco que correram

(Abaixo há a retratação de um blog fictício através de imagens. Tentei postar como uma imagem única mas não consegui redimensioná-la para o tamanho adequado. Por isso precisei cortar a imagem em diversos pedaços.)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Seja um pitecofóbico. Fuja dos micos da bolsa!



Se em todo o seu histórico como investidor em ações não há qualquer sinal de compra ou venda de micos, considere-se uma pessoa sortuda. Infelizmente não é o meu caso.

Em 2008 estava all-in (termo utilizado quando se coloca todos os ovos em uma mesma cesta) em uma empresa chamada Ecodiesel, principalmente porque sua cotação estava a preços “baixos”, na casa dos centavos (o que na verdade é uma das maiores tolices da bolsa). Esta “dica” foi de um colega de época, que tinha mais tempo de bolsa. Na época, se não me engano, ela caiu de R$1,30 para R$1,10. Ele me falou que “pior do que está não fica”. Pois é. Este jargão ficou na minha cabeça. Parecia muito óbvio que uma ação que tinha preço de R$1,10 e que já custou R$1,30 tinha mais possibilidade de subir do que cair. Afinal de contas, ela custava apenas R$1,10.

Então lá fui eu fazer um all-in numa empresa que nem sabia o que fazia ou do que se tratava. 

A ação subiu para cerca de R$1,20 e eu estava muito feliz. Comprei mais. Depois ela começou a cair, cair, até que não aguentei e vendi quando estava em R$1,05. Desde então a cotação tem caído ou estacionado.

Todo mundo tem um passado negro, mas este passado foi importante para mim. Após este episódio mudei o foco dos meus investimentos, estudei e vi que o que eu estava operando era um mico.

Mico é um apelido carinhoso para aquelas empresas que apresentam prejuízos recorrentes, altamente endividadas, sempre cheias de desculpas e problemas judiciais, tudo indicando que entrarão em processo de falência. São empresas obscuras, com administração duvidosa, algumas vezes com sedes em países exóticos. Nos fóruns da internet, seus tópicos estão sempre movimentados com pessoas utilizando expressões como “cotação vai foguetar” ou “ação vai bombar”.