segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Concursos públicos – Lendas urbanas

Na postagem de Introdução desta série, foi falado que eu compartilharia com vocês algumas experiências que obtive no percurso para me tornar um servidor público.
Esta postagem tem por objetivo colocar em evidência as maiores lendas urbanas envolvidas em concursos públicos. Antes de tudo, é importante destacar que a maioria das lendas descritas abaixo é falada por pessoas que não passaram em concursos. Muitas destas pessoas sequer tentaram realizar uma prova. Acredito que este argumento já é suficiente para não dar total credibilidade ao que é falado por aí. De qualquer forma, veremos abaixo uma pequena lista delas:


Precisa ser gênio para passar
Esta lenda é a maior de todas. Muitas pessoas tem certeza de que somente gênios ou superdotados passam em concursos, o que não poderia ser mais errado. Meus colegas de trabalho são pessoas normais como qualquer outra. Realizam tarefas como qualquer outro tipo de pessoa. Possuem linguajar corriqueiro como qualquer pessoa. Possuem desejos como qualquer mortal. Ou seja, se algo parece uma pessoa normal, fala como uma pessoa normal, age como uma pessoa normal e possui desejos como uma pessoa normal, este algo também é uma pessoa normal.
Tudo bem, confesso que as pessoas daqui não são tão normais como as pessoas que normalmente encontramos na rua ou no barzinho. Elas possuem algo a mais sim. Mas estão absolutamente longe de serem gênios ou superdotados. Diria que a diferença entre os empossados e as pessoas comuns é derivada mais por aspectos comportamentais do que por aspectos de capacidade mental. Os concursados tem tendência a possuírem mais disciplina, foco, determinação e abnegação do que as pessoas normais, mas sem grandes exageros. Dizer que para passar em concurso público a pessoa precisa ser gênio é forçar a barra demais.

Quem ler bem escreve bem
Afirmar que ler bastante saberá escrever bem é como afirmar que quem come bastante saberá cozinhar bem. Apesar de ter sim uma pequena relação, uma ação não garantirá a outra. Ao ler bastante você perceberá novos estilos de escrita, aumentará seu leque de palavras e compreenderá como o autor estruturou sua redação, assim como quem come bastante conhecerá uma grande variedade de pratos e degustará novos temperos. Estas ações tem sua ajuda sim, mas para aprender a escrever e a cozinhar não tem jeito, tem que praticar. Para escrever bem, ler não é o bastante. Também é preciso praticar a própria escrita.

Não pode ter o nome sujo
Já ouvi esta diversas vezes. Há uma lenda que diz que o órgão investiga se seu nome está sujo na praça. Se tiver, será reprovado. Se fosse assim, não teria meu cargo. Meu nome estava sujo na época. Não por inadimplência minha, mas porque criaram um cartão de crédito no meu nome, fizeram compras e, claro, não pagaram, ou seja, fui vítima de algum estelionatário. Ainda bem que resolvi sem maiores problemas. Só descobri que meu nome estava sujo muito tempo depois de estar empossado no cargo público. Imagina se eu fosse reprovado por causa desta situação...

Tem que trocar a noite pelo dia
Há uma lenda que diz que só passa se a pessoa se dedicar muito, mas muito mesmo. Ele tem que abdicar totalmente de sua vida. Não pode sair. Tem que estudar até altas horas da noite. De preferência não pode nem trabalhar. Tem que ter dedicação exclusiva ao concurso. Não vou condenar tanto esta lenda, pois se a pessoa tem sim dedicação exclusiva a concurso, suas chances aumentam, apesar de não ser garantia. Mas quantas pessoas possuem esta disponibilidade? Será que todos os que passam em concurso possuíam uma rotina de dedicação exclusiva? Eu trabalhava e fazia faculdade na época que passei no concurso. Nos finais de semana eu evitava pegar nos livros, pelo menos até sair o edital. Focava meus estudos durante os dias da semana, mas nunca fiquei de madrugada estudando. A verdade é que sim, ter dedicação exclusiva para estudar é algo positivo, mas não quiser dizer necessariamente que se você não tiver, não terá chance. Cada caso é um caso.

Concursos são muito concorridos
Concursos são muito concorridos sim, mas somente se você se basear pela relação candidato vaga. Vemos concursos nos quais 500 candidatos disputam uma vaga, assim como vemos concursos muito mais disputados que isso. Chega a ser insano. Mas seria adequado considerar apenas o aspecto quantitativo? E o aspecto qualitativo?
Para participar de um concurso é fácil. Pague a taxa de inscrição. Não precisa comprovar escolaridade nem comprovar se você se dedicou ao estudo. Não precisa nem ir ao local de prova. É apenas pagar a taxa e pronto, você estará dentro das estatísticas. Quantas pessoas de fato se prepararam para o concurso?
Não tenho estatísticas que mostram quantos se preparam de verdade, mas acredito que pelo menos 90% das pessoas não estão preparadas. Há muito advogado que acredita que se dará bem em um concurso somente porque cai direito. Muita gente que estudou apenas alguns meses, tempo insuficiente. Tem muita gente que fez um cursinho e acha que estará preparado. Tem os que nem vão fazer a prova. Fora aqueles que acreditam que podem passar na sorte. Na verdade, a maioria das pessoas está despreparada, o que faz a concorrência cair muito.

Os concursos já têm suas cartas marcadas
Muitas pessoas acreditam que não dá para passar em concursos porque as provas podem ser compradas e que as cartas já estão marcadas. Sendo sincero com vocês, não coloco minha mão no fogo por organizadora nenhuma. Mas algumas pessoas levam isso tão a sério a ponto de desacreditarem totalmente em concursos.
Eu tenho conhecidos que assumiram para mim que duvidavam que eu passaria no meu concurso pois acreditavam que somente “as pessoas certas” passavam. Hoje estas pessoas estão estudando para concursos.
Não vou debater o quão ético são as bancas e o quão sigilosas são as informações, mas pelo menos por onde trabalho, não suspeito de ninguém que tenha capacidade inferior ao nível da prova do concurso. Nunca ouvi ninguém aqui suspeitar de outra pessoa. Não houve notas bizarras no meu concurso, como alguém quase gabaritando tudo ou uma nota destoando de todas as demais.
Não estou defendendo as bancas. Até hoje surgem notícias sobre vazamento de informações e compras de provas. O que quero dizer é que isso não pode ser um impeditivo de você ao menos tentar.

Não tentarei esta prova porque sua banca é difícil
Algumas bancas tem a fama de serem muito difíceis. Muita gente tem medo da CESPE pois na maioria das vezes, quando você erra uma questão você anula uma outra que você acertou. Outros tem horror da ESAF. Muita gente quando se depara com uma banca difícil, já desiste. Só que isso é uma das maiores tolices que existe.
Se a banca é mais difícil ou mais rigorosa, ela terá o mesmo nível de dificuldade para seus concorrentes. As questões que você pegar serão as mesmas que eles pegarão. Se para passar no concurso fosse necessário acertar apenas uma quantidade predeterminada de questões, como por exemplo metade na prova, até que faria sentido desejar uma prova fácil. Mas a verdade é que você compete com seus concorrentes, e não apenas pela prova. Então até aí é irrelevante se a banca é fácil ou difícil.
Outro ponto a ser observado é a possibilidade de você se preparar para a banca. Nos sítios destas organizadoras há dezenas de provas que ficam à disposição. Ao analisar a banca, você terá ideia de seu tipo de exigência, fazendo com que você não tenha grandes surpresas na hora da prova. Então qual é o seu medo?

Também deve ser observado que prova fácil é a pior coisa que pode acontecer para um concurseiro. Imagine você estudando por anos para um determinado concurso, finalmente sentindo que está preparado. Você vai querer uma prova fácil ou difícil, sabendo que a mesma prova será feita para outras pessoas? Se for uma prova muito fácil, uma pessoa que pouco estudou terá uma nota bem parecida com você, com possibilidade de ter uma nota maior se tiver sorte. Com uma prova difícil, somente quem realmente estiver preparado passará. Por isso, ficar reclamando que determinada banca é difícil não tem o menor fundamento.

49 comentários:

  1. Ótimo artigo AdP :)
    Acabando com vários mito dos concursos, principalmente esse da concorrência e é muito verdade que poucos estão preparados, fora os faltantes que são vários.
    Apenas para acrescentar no mito do nome sujo, esse realmente é um mito na questão financeira, mas se tiver passagem na polícia, condenado ou ex-presidiário, esse sim é verdade, mesmo se passar você não assumirá o cargo. Exceto, provavelmente, por determinação judicial favorável que conceda a vaga ao candidato em questão. Corrija-me se estiver errado por favor!

    Abraços!

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    1. Na verdade, mesmo nestas condições, há um prazo após o cumprimento da pena em que você pode voltar a assumir cargos públicos. Se não me engano, são 5 anos. E se você ainda não foi condenado, não tem impeditivo.

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    2. Quando falei de nome sujo, me referia ao SPC. Mas eu vacilei mesmo, pois não deixei isto explicado.
      Abraços

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  2. É isso mesmo, basta a pessoa ser dotada de um cérebro minimamente funcional e saber usá-lo.

    Tudo o que você disse é verdade, mas eu não descartaria totalmente o fator sorte, pois embora a sorte nunca seja determinante, ela pode dar um empurrãozinho.

    Eu, por exemplo, tive sorte ao chutar as questões de informática e acertar quase todas, bem como também tive sorte de não terem sido cobrados determinados temas que eu não havia estudado.

    E só para corroborar suas afirmações quanto à dedicação exclusiva, eu fui aprovada em um concurso para cargo privativo de bacharel em direito enquanto ainda estava no 9º semestre do curso, numa época em que estava bem ocupada com estágio e monografia de conclusão de curso.

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    1. Muito obrigado por compartilhar sua experiência, Fernanda.
      A sorte também faz parte do concurso, desde que seja referente a apenas algumas poucas questões. Mas ir com a intenção de tentar a prova toda na sorte é complicado. Nunca vi ninguém passar assim.
      Abraços

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  3. Agora, se o serviço público ainda vale a pena ou não, aí são outros quinhentos.

    Financeiramente falando, o melhor é trabalhar em órgãos que sejam "amigos do rei" (agências, banco central etc) do que "inimigos", como o judiciário por exemplo.

    Bjos

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    1. Fernanda, o Judiciário é amigo do rei, podes crer...

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    2. Pode até ser em algum sentido. Mas o rei não o considera amigo, rs

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    3. O Judiciario eh o rei nesse pais, nao o executivo.

      Abraco.

      soulsurfer

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    4. O Judiciário não é amigo do rei, também rei. É um dos três poderes governamentais (Executivo, Legislativo e Judiciário), tem seu próprio orçamento e política salarial.

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    5. Autonomia orçamentária em teoria, né? Porque a raínha mete a tesoura e ninguém fala nada.

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    6. Os servidores do Judiciario estao sem melhorias salariais decentes desde 2006...

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  4. Concordo com tudo que você disse.
    Quando comecei a estudar para concurso, a maioria dos "amigos" vinha com essa listinha que você colocou.
    Impressionante como muitos querem colocar você para baixo. Não fazem nada para sair da merda, mas não querem que você saia também.
    Enfim, depois de dois anos só estudando e sendo reprovado em vários concursos, a partir do terceiro ano passei em quatro concursos e pude escolher qual tomar posse.
    Fiquei com a Controladoria-Geral da União.
    Troquei 3 anos de estudos por um excelente salário e estabilidade.
    O que tem de "amigos" e principalmente "parentes" com dor de cotovelo.
    Os caras fazem de tudo para literalmente te sacanear.
    Ficam dizendo aquelas merdas: "ainda não passou?"; "mas o primo do meu vizinho passou"; "mas você só estuda", e por aí vai.'
    Hoje, como disse o grande Zagalo, todos ficam "invejando" a vida que tenho.
    Só gostaria de fazer uma observação: Sempre quis ser servidor público porque meu pai é servidor público.

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    1. Infelizmente é assim mesmo. E o engraçado é que estas lendas são narradas por pessoas que nunca passaram ou nem mesmo nunca tentaram fazer algum concurso.
      Parabéns pelo cargo na CGU.
      Abraços

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  5. Concordo com quase tudo. Só acho que na parte do "Quem ler bem escreve bem" você forçou um pouco a barra.
    Pessoas que leem muito tendem a escrever melhor. Não estou dizendo que com certeza escreverão bem (certamente não há garantias). Já li sobre o assunto, e a leitura ajuda a errar menos na grafia das palavras, a absorver novos estilos etc. Ao contrário do que você afirmou, acho que a relação não é pequena, e sim grande. Pelo menos é o que afirmam os textos sobre o assunto que já li até hoje.

    Independente disso, não sei o que isso tem a ver com concurso público. Concurso é decoreba. Ganha mais quem decora mais. E aí entra tudo, decorar tanto as matérias para a prova fechada, quanto decorar o estilo da banca na hora de escrever a redação. Ou decorar ainda o formato de um laudo que será exigido na prova aberta etc.

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    1. Concordo com o amigo abaixo de que concurso deixou de ser decoreba faz tempo. Eu por exemplo sou péssimo de decorar as coisas. Quando conheço novas pessoas eu demoro meses para gravar seus nomes. As coisas entram na minha cabeça mais facilmente se eu entendê-las , se eu vejo alguma lógica ou sentido por trás. E isso me ajudou muito no concurso.
      Abraços

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  6. Concurso deixou de ser decoreba faz tempo.
    Decoreba só em concurso de nível bem baixo.
    Concurso hoje exige interpretação, compreensão do contexto e raciocínio lógico.
    Quem ficar só no decorar legislação, fórmulas e regras, não vai longe não.

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    1. Foi-se o tempo em que concurso era decoreba. O nível de exigência atua está muito elevado.

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  7. Quando me formar pretendo prestar concursos e desde que prestei vestibular não tinha na cabeça isso de tem que ser gênio ou que concorrência importa, faço minha parte o melhor que puder e os outros que se preocupem comigo.
    Grande abraço.

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  8. Muito bom post, ADP. O maior dos mitos certamente é o primeiro. Não é preciso inteligência. É preciso determinação.

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    1. Não sou gênio e meus colegas de trabalho também não são. É muito exagero achar que somente gênios passam em concurso.
      Abraços

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  9. Eu quero muito passar em um concurso, é um dos meus objetivos de vida. Mas acredito que trabalhando não conseguirei, pois chego em casa cansado e ainda moro sozinho.

    Estou me preparando para daqui um tempo largar meu emprego e me dedicar somente ao estudo, mas como eu disse num post anterior, a única coisa que me deixa com o pé atrás é minha idade, tenho 36 anos e não seria tão fácil voltar para o mercado depois de um tempo somente estudando, caso eu não passe em nenhum concurso.

    Você disse que trabalhava e fazia faculdade na época em que passou no concurso, não estudava nos finais de semana, somente nos dias da semana. Imagino que o seu trabalho deveria ser mais light para você chegar em casa e ainda ter ânimo para estudar.

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    1. Meu trabalho era longe de ser light. Eu estava o quartel e lá era pauleira. Muita missão e muito serviço. Mais para frente eu comento um pouco o que fiz. Já fiquei laranjando no quartel, que é o termo utilizado para quem mora lá. Assim eu economizava o tempo de transporte. Além disso, nas férias eu estudava bastante. E esta questão de evitar estudar final de semana foi até sair o edital, pois eu esperava mudanças. Depois do edital estudei que nem um tarado. E antes do edital, apesar de evitar estudar finais de semana, estudei por muito tempo. Depois eu vou contando.
      Abraços

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  10. Estou iniciando meus estudos nesse mês! agora estou determinado!!! vamos ver no que da..

    Me add ai nos seus blogs favoritos: http://investidormochileiro.blogspot.com.br/

    Abraço,
    IM.

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  11. Acabo de completar 3596 horas de estudo, ao longo de 1099 dias, o que resulta numa pífia média de 3,5h/dia. Desejo as carreiras do Legislativo. Submeti-me, desde 2008, a 3 provas: 2 para o SF e 1 para a CD. Apenas nesta logrei êxito ao ser aprovado entre os 400 primeiros. Em uma daquelas, fiquei por 1 questão em conhecimentos gerais. Foram, ao todo, 3 anos de dedicação e nenhum resultado consistente, embora já seja servidor público com remuneração bruta de 11k. Não há mais previsão para editais para esses cargos tão cedo, de sorte que teria de prosseguir com os estudos mais uns 4 anos, sem perspectiva. O fato é que estou esgotado, estafado e vou desistir de tudo. Um abraço e parabéns pelo blogue. Ajudará muitos concurseiros.

    Betônio.

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    1. A propósito, trabalho 8h dia. Fui aprovado em 2 concursos em primeiro lugar, nível superior; em um deles trabalho atualmente.

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    2. O seu erro já começa por aí, ao computar hora a hora o tempo de estudo.

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    3. Se são 3,5h líquidas por dia, essa média não é pífia. E ela ainda aumenta se você excluir 1 dia da semana, que todo concurseiro deve ter como folga.

      Com algumas exceções, não acho que se deve focar em um único concurso, mas em um leque de concursos com disciplinas em comum. Isso evita longos tempos de espera entre as provas e te mantém sempre focado e se preparando para um certame.

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    4. Tá por fora. Concurso para CD logo logo....

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    5. Fernanda, você deve ser excepcional e possuir um cargo do mais alto escalão da administração pública.

      Troll, agradeço-lhe os comentários, que são, deveras, bastante oportunos, alentadores e estimulantes.

      Abraços.

      Betônio.

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    6. Nem sou excepcional nem ocupo cargo no altíssimo escalão.

      Só digo que ficar calculando a média de horas de estudo não serve pra nada.

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    7. É por isso que não ocupa cargo no altíssimo escalão. Todos os concurseiros profissionais, que passam nos concursos mais fodas, contabilizam as horas de estudo.

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    8. Valeu, anônimo das 7:25. Também penso que o método rigoroso é fundamental, salvo se você for gênio.

      É muito fácil lançar a crítica, socar o dedo no olho e dizer que os esforços e sacrifícios são um lixo depois que já se conquistou o que queria.

      Betônio

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  12. Mitos existem em qualquer assunto que porventura viermos a debater.

    O importante é saber que curiosidades e anedotas não devem ser levadas em conta ao traçarmos nossos objetivos.

    Mais um mito bastante difundido é que só compensaria estudar, fazer planejamento, cursinho, comprar farto material... se for para prestar concurso TOP. Parar concurso de ensino médio/superior não seria necessário estudar tanto.

    Antes fosse assim...

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    1. Desculpa, quis dizer ensino médio/fundamental.

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  13. Oi AdP,
    Estou acompanhando sua série e esta muito boa.
    Hoje não penso em concurso público, mas não descarto essa possibilidade para o futuro, apesar que pretendo tentar um negócio próprio antes de concursos.
    Abraços
    Marcos

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  14. Algum fato novo a respeito da Natura.

    Despencou geral, se chegar aos R$ 40,00, fica gostosa...

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    1. Será que fica gostosa mesmo?

      Analise fundamentalista indica downside para casa dos R$ 3X,00.

      Cuidado!

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    2. Sem tempo cara.

      Estudar e trabalhar tá foda.

      Um dia quem sabe.

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  15. AdP e outros comentaristas experientes em concursos, pergunta para vcs: que diferenças vcs consideram entre concursos para cargos federais, estaduais ou municipais ? Mais fácil, mais difícil ? Condições de trabalho melhores, piores ? Algum outro diferencial ? Obrigada e mais uma vez parabéns pela série, AdP. Abs Claudia.

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    1. Exceto pelas carreiras fiscais dos estados e municipios e as privativas de bacharel em Direito, os concursos federais são os mais difíceis e concorridos, em qualquer do Poderes federativos, principalmente em razão da remuneração maior. As condições de trabalho são infinitamente melhores, e as carreiras, mais valorizadas.

      Abraços.

      Betônio.

      Betônio.

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    2. Muito obrigada, Betônio.
      Abs e bom final de semana. Claudia.

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  16. Tá ótima a série. Apesar de discordar de vários pontos acho-a muito bem feita.

    Abs

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    1. Pobreta!

      Discordar pq?

      Fiquei curioso.

      Compartilhe conosco, debates são sempre bem vindos.

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    2. Helison, não o incentive a falar aqui sobre algo que ele não entende. Irá poluir o post do ADP apenas.

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  17. Excelente o post! Uma boa alternativa para quem deseja salários acima da média e estabilidade.

    Pobre Estgário.

    pobreestagiario.blogspot.com.br

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