quinta-feira, 5 de março de 2015

Simulação de aportes dobrados - BBAS3



Esta série dedica-se à simulação da estratégia de compras periódicas de ações, ETF e fundos imobiliários, utilizando dados reais. Sua finalidade é a análise dos resultados finais da simulação, de forma a contribuir para o aprimoramento de estratégias individuais. Você poderá acessar as diversas simulações já feitas clicando AQUI.
Nesta postagem, realizaremos outra vez as compras constantes do BBAS3. Mas desta vez, utilizaremos o método de aportes dobrados. Este método foi-me apresentado por um colega anônimo chamado ‘fox’. Este sugeriu a utilização deste método e, para mostrar seu funcionamento, indicou um link do Blog do Portinho. Aliás, recomendo fortemente a você leitor adicionar o blog do Portinho aos seus favoritos.

Fazendo um breve resumo do método, ele consiste em dobrar o aporte quando a carteira cai e reduzir à metade quando a carteira sobe. Será que este método produzirá resultados significativamente diferentes com o Banco do Brasil?


Na leitura do método, algumas perguntas rapidamente surgiram:
Eu já aporto o máximo que posso. Como poderei aportar o dobro?
A resposta disso é que o investidor não precisa no começo aportar o seu máximo. Um investidor que tem a capacidade de guardar 2000 reais de seu salário pode, no primeiro mês, começar aportando 800 reais, deixando 1200 na poupança. No outro mês, caso a carteira caia, ele pode aportar 1600 reais e os 400 reais da sobra formarão 1600 reais na poupança. E mesmo assim, caso ele preciso dobrar no próximo mês, ele pode fazer a retirada na poupança. Utilizar a poupança como auxílio da estratégia torna-a bem capaz de executá-la.

Como vou calcular a rentabilidade de minha carteira para apurar se devo dobrar meu aporte ou cortá-lo à metade? Uso TIR, cotas ou outro?
Leve tudo na simplicidade. Se você terminou um mês com uma carteira de 1500 reais e aportou 500, considere que no próximo mês um valor acima de 2000 reais é ganho e abaixo de 2000 reais é perda. Esse método simples é mais do que suficiente para apurar se você deve dobrar seu aporte ou reduzi-lo à metade.

Iniciando a simulação
O objetivo desta postagem é justamente comparar seu resultado com o da outra postagem de compras mensais do BBAS3, que poderá ser acessada AQUI. Saiba que, naquela simulação, a carteira obteve rentabilidade de 7,3% ao ano. Vamos, então, iniciar a simulação?

Adotaremos as seguintes regras:
-A simulação é iniciada em janeiro de 2005 e será finalizada em dezembro de 2014, dando um total de 10 anos de simulação. O valor da carteira é apurado pelo valor da cotação no primeiro dia útil de 2015.
-O investidor realizará aportes trimestrais. Para o primeiro trimestre, o aporte será de R$800,00.
-Quando a carteira perde valor em um trimestre, o investidor dobra o valor do aporte no trimestre subsequente.
-Quando a carteira ganha valor em um trimestre, o investidor reduz à metade o valor do aporte no trimestre subsequente.
-O máximo que um aporte pode chegar é em R$3.200,00
-O mínimo que um aporte pode chegar é de R$100,00.
-Os dividendos e JSCP recebidos serão acumulados por três meses, de forma a coincidir com a compra trimestral. Os JSCP terão a sua retenção normal de 15% de imposto de renda.
-O investidor decidiu com seu corretor que as compras sejam realizadas no preço de abertura no primeiro dia de cada trimestre (primeiro dia útil de janeiro, abril, julho e outubro).
-A cotação utilizada na simulação é a cotação de época, não ajustada.
-O investidor também decidiu com seu corretor para que ele compre o máximo de ações de BBAS3 possível, utilizando seu dinheiro em caixa (aportes + proventos). Nessas compras, será cobrada uma taxa de corretagem de 20 reais.
-Todos os dados utilizados para a simulação (dividendos, JSCP, cotação, desdobramentos, etc) foram retirados da Bovespa.

Rentabilidade preliminar
Considerando as regras acima, o investidor obteve uma rentabilidade de 11,15% ao ano, contra os 7,3% ao ano obtidos com a simples compra periódica ao valor constante. Essa diferença de rentabilidade é suficiente para deixar o primeiro investidor com uma carteira 42% maior que o segundo investidor após 10 anos de investimento!

E se por acaso alterássemos os valores de aporte mínimo e máximo? A tabela abaixo mostra como seria a rentabilidade anual considerando diversos valores.

Comparação de rentabilidades com diversos aportes mínimos e máximos

De acordo com a tabela acima, a melhor combinação foi a utilização de aporte mínimos de R$100,00 e aportes máximos de R$6.400 ou R$3.200. A rentabilidade entre estes dois foi a mesma pois nunca houve a necessidade de atingir um aporte de R$6.400 reais.
Importante verificar também que a rentabilidade cai ao passo que o aporte mínimo é aumentado. Logo, quanto mais a carteira subir, é importante dar espaço para a diminuição do aporte. Levando isso em consideração, neste exato momento enquanto escrevo, voltei à planilha e modifiquei o aporte mínimo para 50 reais, o que acabou elevando a rentabilidade para exatos 12% ao ano. O limite foi o aporte mínimo de R$12,50, obtendo rentabilidade de 12,79% ao ano. Abaixo deste valor a rentabilidade não mostra alteração devido a não haver subsequentes valorizações da carteira que permitem que o aporte mínimo seja ainda menor.

E se modificássemos o aporte inicial? Considerando o aporte máximo de R$6400 e o aporte mínimo de R$100,00, abaixo está uma tabela contendo a rentabilidade anual considerando diversas faixas de aporte inicial:


Pode-se observar que aportes inicialmente pequenos não foram boas escolhas. Um aporte inicial de R$100,00 jogou por terra a estratégia, fazendo com que os 10 anos de aportes dobrados perdessem para a estratégia de aportes constantes. Mas nota-se que o aporte inicial mostrou-se mais efetivo à medida que ele se aproximasse do aporte máximo. Interessante notar que, ao se aumentar o aporte inicial de 1.600 para 3.200, a rentabilidade apresentou uma leve caída.

Considerações finais
A estratégia mostrou-se bastante eficaz na potencialização da rentabilidade do investidor, o que é muito bem vindo considerando que qualquer um pode implementá-la contanto que possua um controle básico de sua carteira e uma conta poupança.
A mágica das compras constantes é que, para um determinado aporte, são compradas mais ações quando a ação está mais barata e menos ações quando se está mais cara. Um aporte de 1000 reais compra mais ações quando ela está a 40 e menos quando ela está a 50 reais, concorda? Mas o método de aportes dobrados potencializa esta característica, pois o investidor ou aportará 2.000 reais na ação de 40 reais ou aportará 500 reais na ação de 50 reais. Se no mês posterior a ação cair para 30, o aporte será de 4.000 reais. É simplesmente o dobro ou a metade.
Para finalizar, é importante frisar que, apesar de mostrar eficiente, é necessário fazer testes em uma variedade maior de ativos. Por enquanto, só podemos afirmar que para sua utilização com ações do Banco do Brasil entre 2005 e 2014 funcionou.

E você, o que achou da postagem? Deixe seu comentário.

82 comentários:

  1. o Bastter teve um pirepaque.... kkkkkkk

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  2. Porra AdP, tá mitando!!

    O cara sugere ontem, vc responde ele 8 da manhã e 15:45 já tá com a postagem pronta.

    Cabuloso!

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    1. Olá Thiago,
      Os dados mais difíceis já estavam na planilha (cotação, dividendos, etc). Foi feito apenas uma alteração nas fórmulas de compra em comparação com o patrimônio para ver se dobrava ou reduzia à metade.
      Abraços

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  3. Excelente ADP. Muito boa postagem e estudo.

    Eu já tinha visto esta metodologia há muito tempo, só não lembrava onde, e de certa forma eu uso uma lógica semelhante para meus aportes. Não sou tão preciso assim (dobro e metade), mas na prática eu tenho um valor de aporte mínimo e nos períodos de alta e mantenho o mínimo e nas baixas chega a dobrar ou triplicar.

    No meu entendimento, de certa maneira a alocação de ativos RV e RF faz mais ou menos isso, uma vez que se você tem 50/50, os aportes são maiores ou menores em um lado ou outro de acordo com a volatilidade da RV.

    Mais uma vez parabéns pelo estudo, muito esclarecedor.

    Abraços

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    1. Entendo, EI
      Mas de acordo com o Portinho, sua estratégia, apesar de estar em prática, não é considerada uma estratégia objetiva.
      "Quando o investidor diz que faz aportes regulares, e quando a bolsa cai ele aumenta o valor dos aportes, não está definindo uma estratégia, pois faltam parâmetros objetivos para que ela possa ser testada.
      Falta definir a periodicidade, os valores, o incremento no aporte, enfim, não é uma estratégia OBJETIVA o suficiente para virar um estudo."

      Isso não quer dizer que você está errado. Só quer dizer que se você definir melhor os números, isso pode te ajudar a manter a frieza e a disciplina.

      Abraços

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    2. AdP, concordo plenamente que não é uma estratégia objetiva, mas estou me esforçando para tentar torná-la mais objetiva possível, justamente para manter a frieza e disciplina, como você disse.
      Vou postar sobre isso em breve.
      Abraços

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  4. Excelente! A prova de que preço importa bastante, destruindo as falácias do Boster

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    1. Vai levar voadora e não vai ver quem deu...ou se acha que só o próprio mestre dá as voadoras ?

      Os gafanhotos também.

      E você nunca será um gafanhoto por achar que é falácia a questão de compras constantes sem se importar com o preço médio. Fica aí então achando que preço importa, fica.

      Afosinho !

      Amigo do Investidor Livre e demais Bastterianos

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    2. Tidus,

      Você é mais um que levou patada do Bastter e ficou magoado? Recomendo que vá chorar as suas pitangas no blog do Dimarcinho e não no do ADP.

      Abraços.

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    3. Primeiramente deixe-me esclarecer minha opinião acerca da importância do preço.

      Para mim, o preço IMPORTA para o holder, mesmo que seja um pequeno investidor. O preço de qualquer coisa, repito, qualquer coisa, importa em uma negociação. O fato de você comprar esta coisa aos poucos e de você fazer aporte pequenos todos os meses não quer dizer que você deve ignorar seu preço e pagar qualquer valor de oferta. E isso não sou apenas eu que digo. Em nenhum livro de investimento sério, seja de qualquer país, em qualquer língua, seja antigo ou novo, mencionam que holder não deve considerar o preço de uma ação. Na minha opinião, isso é um completo absurdo que retiraria totalmente a confiabilidade do livro.
      E isso não tem nada a ver com a definição de holder. Eu sou holder e avalio o preço das ações que compro.
      Além disso, é incoerente afirmar que preço não importa mas ao mesmo tempo disponibilizar uma sisteminha de alocação de ativos. Se recomenda o sisteminha de alocação de ativos, então o preço importa.

      Abraços

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    4. ADP,

      Preço não importa para quem faz pequenas compras mensais primeiro porque você vai ficar com um PM na média, segundo porque se a empresa for boa ele tende a zero e terceiro porque é totalmente descabido comparar ações com qualquer outra coisa.

      Uma camiseta, um celular, um carro e uma casa, por exemplo, serão exatamente a MESMA coisa daqui há 100 anos. Já uma empresa não será igual daqui há 100 anos. Ela pode piorar, estagnar ou melhorar.

      E sobre o TSDB, a ideia do mesmo é justamente essa. Comprar o que está mais "barato", esquecer cotações e focar nos lucros, que é o que realmente importa para quem faz B&H.

      Essa é a minha opinião.

      Abraços.

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    5. Entendo sua opinião, só não estamos na mesma sintonia. Preço importa e muito para quem faz compras mensais, sejam elas pequenas, grandes, periódicas ou não.
      Não interessa se o PM vai ficar na média. Se a ação for cara, seu PM vai ficar na média de um valor caro. Se a empresa não corresponder às expectativas, ele poderá sofrer amargos prejuízos. Esta é uma velha lição de mercado onde se passa gerações e gerações e pessoas insistem em ignorar.
      Segundo que PM não tende a zero pois, como dizem que 'holder tem que comprar cada vez mais caro', comprando mais caro o PM aumenta. Dividendos não reduzem PM. Além disso, não há mérito nenhum em reduzir PM, a não ser que o investidor queira pagar mais impostos. Ainda por cima, de que serve o PM a não ser para fins tributários? Que investidor sério utiliza PM em suas decisões de investimento? É incoerente afirmar que PM não serve para nada e depois afirmar que em compras mensais o preço não importa pois o PM fica na média, como algumas pessoas afirmam por aí.
      Terceiro que ações são ativos de investimento, podendo sim ser comparados com qualquer outro investimento nos quesitos volatilidade, relação risco x retorno, dentre outros. Em outras palavras, é um mecanismo onde quero por X reais hoje e ter uma valor maior que X mais tarde. Logo, posso comparar com qualquer outra ferramenta com este objetivo: FII, dólar, ouro, TD, imóveis, plantações, etc.

      Não interessa se camiseta e celular serão a mesma coisa daqui a 100 anos. Se alguém me oferecer um celular por 50 mil reais eu não vou sair comprando sem antes entender os motivos desta oferta. O preço deve ser analisado em TUDO onde haja oferta e procura. Não vou sair pagando o que estiverem oferecendo. Por que, entre todas as bilhões de coisas possíveis de serem negociadas no mundo, as ações seriam diferentes? Por que você dá tanta credibilidade a esta afirmação? Diante de toda a literatura sobre investimentos, de todos os tipos imagináveis, de todas as épocas possíveis, de todas as línguas possíveis, me diz de qual fonte séria você está se baseando? Eu respeito seu posicionamento, apesar de achar um absurdo. Na minha opinião é muito fácil afirmar que preço não serve para nada quando se está em um mercado que está a 7 anos de lado. Mas esta afirmação pode ser perigosíssima em mercados de euforia.

      Abraços

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    6. Amigos,

      Na minha opinião existe uma distorção muito grande no entendimento da frase "preço não importa". Acredito que até mesmo o Bastter tenha dificuldade em explicar claramente o que ele quer dizer. Justamente por isso, ele usa frases de efeito para que as pessoas "compreendam" (ou não) melhor o que ele está falando.

      No meu entendimento, o que ele diz sobre preço não importa, não se refere que não fará diferença no futuro. É óbvio que o preço pago (no passado) vai ter influência no valor acumulado (no futuro). O que ele tenta colocar na cabeça das pessoas é para não se importar com preço na hora da compra, pois a grande maioria vai tomar decisões erradas, seja comprando achando que está barato ou não comprando porque está caro.

      Algumas pessoas não compram Cielo ou Ambev porque acham que está caro. No futuro vamos saber se tomaram a decisão correta, mas já dá pra afirmar que quem não comprou de 2010 (porque já estão caras desde então) não fez um bom negócios.

      Por outro lado, algumas pessoas compram empresas ruins (ok, não vou falar de OGX), somente por acharem que está barata. Existem inúmeros exemplos e em geral quem faz isso leva na cabeça.

      Abraços

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    7. ADP,

      Eu não vou rebater todos os seus argumentos agora. Sei que você não gosta do Bastter, contudo, recomendo que assista a esses dois vídeos:

      https://www.youtube.com/watch?v=S5FUItBa7zQ

      https://www.youtube.com/watch?v=t2KXBX_xclc

      Depois você volta aqui e me diz o que achou de ambos, ok?

      Abraços.

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    8. Gente desculpa me meter, mas sem julgar um lado ou outro desta questão, vou tentar explicar o meu ponto de vista.
      Temos de levar em consideração que o Bastter esta ensinando muita gente, assim como nós em nossos comentários, temos uma quantidade de neófitos absurda no site dele e lendo o que postamos, e como todos nós sabemos preço importa mas não é o mais importante dos dados e nem o único índice de análise.
      Então o Bastter age como um pai ensinando a uma criança.
      Quando o filho vai colocar a mão na tomada ele diz que a eletricidade é perigosa e pode matar, e então o filho institivamente larga aquilo e vai olhar outras coisas, porem quando crescidos todos nós sabemos que com cuidado a eletricidade é vital, importante mas não única; Deste modo, hoje sabemos que o preço de tudo é vital para a economia mas estudamos e conhecemos outras métricas, mas para quem esta começando o preço é um perigo e olhar só para ele pode levar o sujeito a morte das economias, então o Bastter esta apenas dizendo que "não olhe apenas para o preço, existem outros índices".
      Abs,
      Rudi

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    9. perfeito anonimo Rudi, esta é minha visão também

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    10. AdP,

      seu comentário de 6 de março de 2015 14:54 está perfeito. Se fosse eu escrevendo, era implicância com o Bastter, "vai correr atrás do Damodaran", enfim.... rs

      Adiciono que os grandes mentores de holders, Graham e Buffett são categóricos em afirmar que preço faz diferença.

      []s!

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    11. IL,
      Minhas críticas não significam que não gosto do Bastter. Como não gostar de uma pessoa que vem educando diversas pessoas que poderias estar na jogatina dos micos da bolsa? O Bastter faz um trabalho incrível em seu site.
      Mas isso não quer dizer que não possa criticá-lo e que tenho que concordar com tudo o que ele diz. Não concordo quando ele fala que preço não importa e que calcular rentabilidade é coisa de manada, citando alguns exemplos.
      Abraços

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  5. Quem aplicou esta estratégia de não aportar ou aportar pouco se o ativo subisse, ou comprava migalha e cada vez menos migalha ou nunca comprava mais CIEL...kkk

    "Ótema" estratégia.

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    1. Poney,

      E a Ambev então? Sócio tem que querer comprar cada vez mais caro!

      Abraços.

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    2. Eu ia citar só CIEL e ficar quietinho. Você chega e dá mais uma em cima do pessoal...kkk

      Agora comprar BBAS, esta estratégia funciona certinho. Essa porra sobe e desce, daí vai dar "compra forte" ou "compra fraca" mesmo...kkk

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    3. Mas qual estratégia é perfeita e aplicável em todos os casos? Além disso, quem utiliza o famoso sistema de alocação de ativos, chamado por alguns de TSDB, também não compraria Ambev e Cielo quando estes subissem, mas se entupiria de Eletropaulo, pois São Paulo não vai ficar a luz de velas, não?

      Quero fazer outro esclarecimento. Eu fiz esta simulação baseado na sugestão do colega Fox. Como vi que o Portinho foi a pessoa que fez a postagem, eu prontamente quis fazer a simulação. Portinho é uma pessoa que considero muito. Melhor do que muita gente por aí.
      Eu fiz a postagem justamente para comparar com o método de compras a qualquer preço. Ele funcionou para o BBAS3 durante 2005 a 2014, isso não quer dizer que vai funcionar para todas as ações.

      Eu só quero que o pessoal abra a mente para novas ideias. O investidor tem que estar disposto a pelo menos analisar outras estratégias. É assim que ele se aprimora. Estranho seria se o investidor depois de 10 anos ainda investisse da mesmo forma que no começo. Isso significa que ele nesse período nunca leu nada nem absorveu nada, repetindo técnicas de apenas uma fonte. Não podemos incrustar em nossa cabeça apenas um método.

      Abraços

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    4. ADP,

      Desculpe-me, mas eu uso o TSDB e já comprei Ambev e Cielo várias vezes, quando elas eram as ações mais distantes dos seus respectivos objetivos.

      Sobre a Eletropaulo, São Paulo não está a luz de velas e nem vai ficar, contudo, a empresa nunca foi tão boa assim e 99% das pessoas entraram nela por causa da ilusão de viver dos gordos dividendos que a mesma pagava.

      Abraços.

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    5. IL, eu também faço uso da alocação de ativos e já comprei Cielo várias vezes, mas estas vezes são bem menores que as vezes que comprei as demais ações justamente porque Cielo é a que subiu mais. E muitas dessa compras que fiz foi porque eu desobedeci a alocação (o que você chama de TSDB na verdade é uma simples alocação de ativos).

      E não precisa parar para chegar a esta conclusão. Cielo subiu na faixa de 40% a 50% em 2011, 2012, 2013 e 2014 enquanto as outras mal subiam 20% ou até caíram. Neste aspecto a alocação vai mandar comprar as outras, enquanto a Cielo (que é uma vencedora do mercado) vai ser comprada menos vezes. Já vi muita gente no site do Bastter lamentando de não poder comprar empresas como Cielo ou similares porque o 'TSDB' não indicava compra. Admitir isso não é demérito nenhum, pois o papel da alocação é justamente equilibrar a carteira para que o investidor não fique refém de 2 ou 3 ações. Mas como todo método, também possui suas falhas.

      Abraços

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    6. ADP,

      Concordo, mas a ideia é exatamente essa. Como todas as empresas da nossa carteira, teoricamente, são boas, ao seguir o TSDB você sempre vai comprar a que caiu mais, ou seja, a que está mais distante de seu objetivo.

      É óbvio que no caso da Cielo ela foi menos comprada justamente porque ela subiu muito nos últimos anos, contudo, isso não impediu o investidor de adquirir ações dela, afinal, em algum momento ela foi e será a empresa mais distante do seu objetivo.

      Abraços.

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    7. AdP,

      ótimas críticas. Já fiz simulações, estou para publicar no blog. Você acaba aportando sempre no ativo que está derrapando e ficando para trás, quando deveria estar fazendo justamente o contrário!

      []s!

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    8. Poney e Dimarcinho não sabem a diferença de asset allocation para aporte dobrado.
      Vai lá ver a publicação da Cielo...

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  6. ADP,

    Suas simulações sempre são interessantes, contudo, eu estou satisfeito com o método de compras mensais das ações indicadas pelo TSDB.

    Abraços.

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    1. IL,

      O AdP não advoca a favor deste ou daquele método, ele está sendo imparcial.
      O que ocorre é que tem sardinha que a cada nova postagem dele, pode achar que finalmente "aquele" é o "método" melhor para potencializar os investimentos.

      Também já usei a TSDB, e posso dizer que o que fizeram ali ajuda muito na educação do investidor. Não digo que é o melhor ou pior método, mas para LP, sem dúvida ajuda a criar uma "disciplina" na pessoa para fazer os aportes e também tira um pouco dela a questão de ficar olhando preço de compra.

      O trabalho feito pelo AdP apenas dá um rosto a algo que tenho certeza, um ou outro aqui na sua vida de investidor já utilizou por conta própria mas nunca postou.

      Abs

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    2. Sim, o ADP foi imparcial, mas os comentaristas não são.

      Obs: seu tempo está correndo, Cavalinho...

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    3. Eu fui imparcial, sim. Eu fiz a postagem porque um leitor sugeriu e porque foi um método da postagem do Portinho.
      Eu também faço compras mensais com aportes constantes e tenho meu sisteminha de alocação de ativos. Mas se eu observar que um outro método de aporte pode aumentar minha rentabilidade, eu prontamente farei as devidas modificações. Temos que evoluir.
      Por enquanto, apesar de impressionante, apenas uma postagem em uma ação e em um período específico não quer dizer que o método é indiscutivelmente melhor. Mas temos que ter a mente aberta para analisar outras abordagens.

      Abraços

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  7. Muito bom o post, mas com toda certeza ele é mais adequado as empresas que tem ciclos de alta e baixa em curtos períodos, como é o caso do BB. Como citado pelo IL e o Poney se a ação for regular no crescimento ia ficar sempre comprando o mínimo.
    Na minha carteira dá para usar essa técnica com a Cemig também.

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    1. Olá surfista, obrigado pelos comentários.
      Pode ser que sim. Mas acredito que estes curtos períodos de alta e baixa acontecem com 90% das empresas da bolsa.
      Sim, se a ação for de regular crescimento, ia sempre comprando o mínimo. Mas quem utilizar uma alocação de ativos também o fará. Além disso, é preciso fazer um teste para saber se realmente esta afirmação é verdadeira, pois nos meses em que a ação cai, ele dobra o aporte. Estas empresas como Ambev e Cielo, mesmo que tenham rentabilidade fabulosas, tiveram meses no negativo. Pode ser que algum dia eu faça uma postagem comparando as estratégias 'compras constantes', 'alocação de ativos' e 'aportes dobrados' em ações como Cielo e Ambev, analisando não só rentabilidade mas também analisando a formação do patrimônio e dividendos. Vai dar trabalho, mas acho que será esclarecedor.

      Abraços

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    2. Legal ADP, sei que é chover no molhado, mas novamente parabéns pelo Blog, você deve ter consciência que já conseguiu ajudar muita gente eu mesmo consegui iniciar alguns amigos usando o seu blog como referência.
      Vou ficar esperando os novos posts.

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  8. Fantastic como sempre !!! Parabéns novamente AdP !!! Agora bateu a curiosidade p/ ver essa estratégia com as simulações mais antigas !! Abraços !!

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    1. Possivelmente farei sim o mesmo teste com as outras ações.
      Abraços

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  9. O Blog do Portinho é realmente muito interessante. Parabéns por mais essa dica.

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    1. Recomendadíssimo, assim como os livros do Portinho. Eu comprei o livro do método Sempre e achei interessante. Não li o mercado em 25 episódios, mas todos que conheci e que o leram falaram muito bem.

      Abraços

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  10. Excelente postagem, ADP!

    Vou apenas deixar claro e ressaltar o comentário do EI feito acima. O que essa estratégia faz é basicamente retirar dinheiro da RF e alocar na RV em tempos de crise. E o que o Bastter recomenda é aportar periodicamente seguindo o TSDB, que é uma ferramenta que justamente auxiliará o investidor a comprar o que está mais barato na carteira, desde que os critérios estejam satisfeitos. Sei que você não criticou ninguém, mas infelizmente algumas pessoas tem dificuldades de interpretar o que o Bastter diz, sendo que outros distorcem tudo por maldade mesmo.

    Um abraço!

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    1. Olá Troll,
      Em nenhum momento quis debater o que o Bastter recomenda. Anteontem eu nem conhecia o método de aportes dobrados e fiz a postagem por causa da recomendação de um leitor e por estar no blog do Portinho.
      Acho o TSDB, que na verdade é uma alocação de ativos, uma ferramenta boa. Ele e o método dos aportes dobrados tem em comum o fato de levarem sim o preço da ação em consideração, aproveitando os momentos de baixa para comprar um pouco mais e os de alta para comprar menos. A diferença é que em um método de alocação de ativos, não há regras de aportes, enquanto que no método de aportes dobrados ou é dobro ou metade, e não foi considerado porcentagens de representatividade dos ativos na carteira.
      Acho interessante a abordagem de métodos diferentes pois eles podem contribuir para o aperfeiçoamento de nossas estratégias. Por isso o investidor tem que estar disposto a procurar outras fontes de informação e não se prender apenas a uma.
      Abraços

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    2. Apenas para complementar o que disse o Troll, as pessoas destorcem o TSDB porque ficam muito bitoladas que ele serve somente para ações, que acaba sendo o que é mais discutido no site, mas na verdade, o método do TSDB (ou alocação de ativos) é para uso também com RF e FII, considerando inclusive o balanceamento entre as categorias.

      O próprio bastter já fez videos falando que o balanceamento deve ser inter e intra categorias.

      Abraços

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    3. Exato, EI.Só que o TSDB não manda vender nada. Isso é decisão pessoal de cada um.

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  11. Esse método é perfeito.
    Só que tem um problema: fazendo isso, o investidor compraria na baixa e venderia na alto.
    E até onde o meu limitado ser sabe, isso não acontece com um pequeno investidor amador(como diz o Bastter).
    Funciona com o BBAS3 talvez pelo fato de nos últimos anos esse papel ter apresentado movimentos conhecidos e repetitivos. Mas funcionaria com todos os papeis? Para uma teoria ter validade ela precisa ser aplicável de forma mais ampla.

    Alem da Poupança, quero que saiba que te admiro muito e leio sempre o seu blog. Mas infelizmente, por gostar do seu blog, lhe aconselho a não escrever sobre exceções. Por que temos que desenvolver conteúdos enriquecedores para a maioria e jamais se basear na minoria.

    Espero que não fique irritado com meu comentário, pois é um comentário de um leitor, de carne e osso, que lhe respeita. E não de um Fake da internet.

    Abraço e sucesso!
    Daniel Alcântara

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    1. Olá Daniel, obrigado pela participação.
      Não o método não é perfeito. Claro que possui suas falhas. Com o devido respeito, não concordo muito com com as falhas apresentadas por você.
      Basicamente o método é consistem em aportes periódicos, igual ao que a maioria faz. A única diferença é que ele dobra ou reduz a metade os aportes. Só isso.
      Então, ele não faz com que o investidor venda as ações como você comentou. Por consequência, não tem nada a ver com os movimentos repetitivos do BBAS, pois ele não compra na baixa e vende na alta. Não há vendas.

      Voltando ao assunto das falhas, a maior deste método é se o investidor teve o azar de selecionar uma ação que com o tempo tornou-se ruim. Como ela tornou-se ruim, a tendência é que ela caia, e como cai, o investidor vai ficar dobrando os aportes em uma ação ruim. Este problema acontece também com quem faz alocação de ativos, pois o ativo ruim cai e a alocação manda comprá-lo, mas acredito que o efeito é pior nos aportes dobrados.

      Com isso, esta falha requer que o investidor redobre o monitoramento da saúde de suas empresas. Se ele não se sentir seguro, deve acender a luz amarela e parar de comprar o ativo duvidoso até realizar uma conclusão. Acho que para isso uma carteira com uma menor quantidade de ativos é mais eficaz.

      Abraços e sucesso

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  12. Excelente Post, é um bom método mas em uma carteira real com algumas ações vc automaticamente já o pratica comprando o que estiver mais barato a cada mês ou até mesmo não comprando, não é assim que funciona? Mas o método tem a vantagem de sistematizar os aportes o que é interessante.
    Todo mundo sabe que o segredo é comprar barato e vender caro e quanto mais barato se compra algo maior o lucro se obterá na transação. Assim se vc acredita que preço não importa, o que importa é comprar sempre de empresas boas vc está errado. O preço é importante pois se ele já tiver subido muito simplesmente PODE chegar a um ponto que já não exista espaço para lucro.
    Isso significa que não se deva comprar quando estiver caro? Não, significa apenas que quanto mais caro estiver uma ação maior o risco existente no investimento. Há aumento de risco mas não existe nada que já seja tão caro que não possa ficar ainda mais caro. Aí vai do perfil de cada investidor.

    Abraços é sucesso,
    BG

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    1. Olá BG,
      Concordo 100% com você. Preço é importante para a ação desde que o investidor não olhe apenas para ele. É preciso analisar também o endividamento, margens, lucratividade, produtos e outras questões. Mas dizer que preço não serve para nada é um absurdo. O preço importa para qualquer coisa que compramos.

      Abraços

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  13. É muito mais fácil assimilar um assunto mesclando teoria com prática. Parabéns pela simulação, AdP!

    Abraço!

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  14. ADP, precisamos de pessoas assim. Conhecimento é para ser dividido, como você faz!
    Parabéns por esse post excelente.
    Abraços

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    1. É fácil falar para dividir Sr André quero ver éo senhor produzir e compartilhar.

      Poney

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    2. Concordo plenamente. Porém, não tenho tanto conhecimento assim e continuo estudando muito. Sempre que me perguntarem, tentarei compartilhar da melhor forma possível.

      Abraços

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  15. O estudo é bem vindo. Porém muito trabalhoso esse método.

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  16. Tendo mas não consigo entender qual a lógica do raciocínio de que preço não importa. Vamos pegar como exemplo uma empresa que, hoje, todos consideram excelente como Cielo. Será que compra-lá a 27 e o mesmo que compra-la a 52.
    E devemos nos lembrar que várias empresas ou setores que hoje são considerados ruins já foram considerados ótimos.
    E muito fácil ser engenheiro de obra pronta, mas o futuro. esse e difícil de saber.

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    1. Sandman, você não percebe que você é que está sendo engenheiro de obra pronta?

      Você não escolhe o preço que vai comprar. Existe apenas a opção comprar ou não comprar. É impossível, para o pequeno investidor amador, saber se o preço disponível (na pedra) se tornara uma boa compra no futuro ou não.

      My two cents

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    2. Porque não comprar a 52 algo que um dia valeu 27 ?
      Putz, você realmente não entendeu porque preço não importa.
      Vou te dar uma dica:
      Desde que ela continue lucrando, seu preço continuará subindo, haverá desdobramento, voltará a subir de novo, passado um tempo, outro desdobramento e assim vai.AmBev é assim. Chegou a custar 88, teve gente que comprou a 40, 50, 60, 70, 80 e TODOS fizeram um ótimo negócio. Desmembrou para 14 e hoje vale 18. Daqui a pouco vale 20…30…40 e a vida segue.

      Saia desta prisão mental antes que você seja mais um a ser expulso do mercado.

      Poney

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  17. Oi ADP,
    estive lendo seu blog, o qual quero parabenizar pelo excelente conteúdo e após ler um post surgiram algumas dúvida, sobre empresas de crescimento e de dividendos.
    Você poderia, por gentileza, elencar algumas ações que sejam do tipo:
    1. Empresas de dividendos;
    2. Empresas de crescimento;

    Obrigado.

    Rodriguinho.

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    1. Assina o Bastter que isso já tem mastigado por lá.

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    2. O Bastter explica bem a diferença entre empresas de crescimento e dividendos. Normalmente uma olhada no Payout histórico esclarece a dúvida. No site do Bastter costumam discutir isso.

      Abraços

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  18. Fala, AdP!

    Muito legal o estudo. Já conhecia o método, mas nunca havia parado pra fazer contas.

    De certa forma, ele lembra um pouco o Martingale. Andei discutindo recentemente isso com o Uó, mas infelizmente ele não quis me ouvir.

    A ideia é a de justamente, já que o ativo tá caindo, vc dobra sua posição, assim vc puxa o seu preço médio mais pra baixo e fica mais perto de sair do prejuízo. Enfim, nada mais do que fazer o preço médio para baixo.

    O que devemos sempre procurar é a falha. E onde está o erro desse método? Simples: ele considera que o ativo vai subir e sempre vai voltar.

    Não importa qual o método: se for um método de compras, então é só ativo subir que ele irá funcionar.

    Mas se formos pensar nisso, o interessante talvez fosse utilizar o inverso, a técnica do Antimartingale. Nessa técnica, qto mais sobe, mais vc aumenta a posição e qto mais cai, menor fica sua posição.

    Por quê? Se vc escolheu errado um ativo e ele começou a derreter, vc simplesmente vai diminuindo sua exposição nele e passando os aportes pros ativos que estão subindo...

    Eu acho q isso funcionaria melhor numa carteira com vários ativos, mas cabe análise.

    Inclusive, o que acha que fazer uma simulação agora invertida? Ao cair, diminuir o aporte e ao subir aumenta?

    []s!

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    1. A candidata para estas naturalmente tem que ser Cielo e Ambev. Boa sugestão.

      Poney

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    2. dimarcinho,

      Não entendi muito bem a relação com Martingale. Martingale trata de probabilidades em eventos sucessivos. Aqui não tem nada a ver com probabilidades. Ninguém está dobrando a aposta...

      Muito me estranha um defensor de valuation propor dobrar o aporte e exposição nas que estão "mais caras". Para uma única ação posso te afirmar que não faz sentido e o modelo do teste aqui do post certamente é melhor. Já numa carteira pode até apresentar um bom resultado em determinadas situações específicas, dependendo muito do periodo analisado e da carteira, mas com isso aumentaria muito o risco, pois você estaria aumentando a exposição em alguns papeis e diminuindo a diversificação (portanto maior risco). Já ouviu falar que quanto mais alto está maior o tombo? pode não levar um tombo, mas se levar certamente vai se machucar mais.

      Já imaginou uma carteira com Petrobras, Vale e mais 8 empresas em 2002? iria chegar em 2010 com uma parte muito grande do capital nestas 2 empresas e hoje estaria como?

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    3. EI,

      Não perca o seu tempo tentando entender as contradições do Dimarcinho. Ele é o maior falador da blogosfera e o que tem a pior rentabilidade de todos.

      Abraços.

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    4. "Para uma única ação posso te AFIRMAR que não faz sentido e o modelo do teste aqui do post certamente é melhor."

      Realmente, não faz sentido algum em longa tendência de alta ir comprando cada vez menos. E num longa tendência de baixa, ir comprando cada vez mais e mais. Tá sertu!

      To sem tempo agora pra comentar as outras incoerências do Sr. Incorreto, volto depois.

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    5. Respeitável público, não percam, dimarcinho e sua turma em mais uma tentativa de provar suas teorias mirabolantes.

      Nesta epopéia ele vai provar a relação de Martingale e a estratégia dos aportes dobrados

      Na sequência ele irá provar que ao refazer o teste deste post, mas com a lógica contrária (dobrar o aporte quando sobe e dividir quando cai), a rentabilidade fica ainda maior.

      Bônus: ele vai demonstrar como isso pode potencializar a rentabilidade de uma carteira sem aumentar o risco.

      Veja mais: Técnica subiu, aumente a posição! A melhor maneira de escolher uma empresa é pela cotação. Subiu! Aumente a posição.


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    6. AdP,

      apenas resumindo, sugiro a simulação invertida. Não vou transformar seu blog num circo. Eu até iria comentar as outras incoerências do Sr. Incorreto, mas quem realmente tiver interesse em saber o porquê, entre em contato comigo.

      Já perdi muito tempo discutindo com esse pombo aí de cima.

      []s!

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    7. Está aí uma dupla que se gosta bastante, rs.
      Planejo com o tempo fazer uma simulação com uma ação com tendência de alta, tipo Cielo ou Ambev, com aportes constantes, alocação com renda fixa, aportes dobrados e aportes dobrados 'invertidos'.
      Abraços

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    8. Didi não perde a oportunidade de dizer que meu deu aula, eu fui aluno burro, não prestei atenção na explicação do professor, e assim fui mal na prova e não passei de ano. rs.

      Mas será porque completei 41 dias de day trade e perdi em apenas 5? Ah Prof, vc não tem jeito mesmo, rs.

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    9. EI,

      E o Dimané insiste em suas abobrinhas. Pelo visto ele cansou de ser ridicularizado em seu blog e resolveu causar no do ADP. Triste...

      Abraços.

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    10. Revisando, agora são 42 dias, a semana está só começando, vamo que vamo!

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    11. Pô dimarcinho, não fica chateado. Isso aqui é tudo uma grande fantasia e estamos todos aqui para aprender..

      Seria legal você dar as suas explicações, quem sabe não aprendemos alguma coisa.

      Quem sabe ainda você também não aprende, né?

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    12. Uó,

      qts contratos vc movimentou nesses 42 dias? E ganhou qto?

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  19. Oi Adp, tudo bem?

    Achei ótimo esse seu artigo. Meus parabéns. Arrebentou!!! ;)

    Sobre a questão do Bastter e os preços, eu concordo com o que dizem algumas pessoas: preço importa sim, mas não é o único parâmetro q se deve olhar. Os fundamentos são até mais importantes. Garanto q se vc fizesse esse estudo sobre uma empresa sem fundamentos, como a OGX ou qq outra, a rentabilidade seria horrível. hehehe. Acredito que a estratégia do Bastter seja mostrar isso. Por isso ele é estúpido daquele jeito. Ele nivela o ensino pra baixo e considera q todo mundo é iniciante, podendo irritar pessoas que já tem uma visão um pouco mais ampla, como vc e eu. Mas ele é bem gente boa se vc mostrar q já passou dessa fase.

    Já sobre o artigo, fiquei bem empolgado com a estratégia. Principalmente para ver o q aconteceria com a rentabilidade de uma ação considerada "livre das mãos do governo", como seria o caso do Bradesco. Daria para vc postar o estudo dessa estratégia sobre o Bradesco?

    Grande Abraço

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    1. Seria pedir mto se eu fizesse mais um pedido?
      Daria para vc fazer uma comparação entre aportes numa empresa de péssimos fundamentos com as duas estratégias?

      Obrigado

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  20. Muito boa esta simulação, só corrobora o meu pesamento que é: preço importa para uns, e não importa para outros, vai depender do perfil de investimento da pessoa.

    Se vc é um investidor comum, um profissional liberal um médico por exemplo, que nem tem tempo para ficar analisando mercado, então escolha umas 5 boas empresas, e faça aportes periódicos, independente do preço.

    Mas se vc já tem tempo suficiente para ficar analisando as várias varáveis de mercado, o preço de uma ativo será um bom parâmetro para determinar o aporte no mesmo, que seja realizar dobras ou mesmo não aportar. Para este investidor mais avançado vale sim a pena considerar o preço. Mas nunca cair no conto do vigário e comprar uma tranqueira só por causa do preço, empresa boa é o que interessa, estando 'cara' ou 'barata'.

    Abraço

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  21. AdP,

    uma dúvida: qual método vc utilizou para o cálculo da rentabilidade final?

    []s!

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    1. Utilizei a TIR da forma como você explicou em uma de suas postagens:

      http://di-finance.blogspot.com.br/2013/01/cuidado-ao-comparar-rentabilidades.html

      Abraços

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  22. Olá ADP!

    Muito boa a simulação, já pensou em usá-la na CRUZ3? (Afinal ela foi uma das melhores nos seus simulados!)

    Abraços!

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  23. Este comentário foi removido pelo autor.

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  24. Olá AdP, boa tarde.

    Você acha que é possível utilizar essa estratégia com ETFs? Por exemplo, compras periódicas de BOVA11, SMALL11 e IVVB11. Desta forma, reduzir as compras no bull market e dobrar os aportes no bear market. Ou para ETFs é melhor a estratégia de compras periódicas mensais ou trimestrais sem se importar com preço teto?

    Abraços,
    Rafael

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    1. Olá Rafael,
      Qual a melhor estratégia não sei te informar, mas que pode ser aplicada, pode ser sim.
      Abraços

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