quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Simulação de compras mensais - EMBR3 - Conclusão


Ao longo das últimas 4 postagens (que podem ser acessadas por aqui), foram realizadas simulações de compras trimestrais das ações da EMBR3 durante o período de 2000 a 2011. Zé Teimoso, um personagem criado para a simulação, por algum motivo acreditava na empresa, decidindo então comprar incansavelmente R$2.000 em ações todo trimestre. 
Para nosso herói, infelizmente durante o período de estudo a EMBR3 mostrou balanços nada consistentes. Para ter uma ideia, cada ação evoluiu de R$8,38 a R$11,47 em um período de 12 anos, o que representa uma valorização de minguados 36,8%. Se considerarmos os R$4,89 que cada ação distribuiu de dividendos no período, teremos então um rendimento de 95,1%, o que continuará baixo.

Foram realizadas 3 simulações de compras trimestrais:
1-Além dos aportes trimestrais de R$2.000, os dividendos recebidos seriam reinvestidos em ações da própria empresa.
2-Os dividendos recebidos seriam guardados em uma conta separada.
3-A empresa não distribuiu os dividendos, guardando-os então para fazer uma grande reserva de lucros. Com isso, a cotação não foi reajustada.
Em todas as simulações, foram considerados custos totais de 2% de corretagem e os JSCP tiveram sua prevista dedução de imposto de renda.


Após a realização das simulações, foi construída a tabela abaixo com algumas informações finais:


O que podemos concluir?
Três perspectivas de investimento distintas, mas com resultados iguais. Baseando-se apenas pelo patrimônio de Zé Teimoso, a diferença é muito pequena. Mas será que os resultados foram iguais, mesmo?
No final do período da estratégia 1, Zé Teimoso estaria com 17,6% mais ações sem empregar nenhum dinheiro a mais, pois o aporte realizado no período foi o mesmo. Isso quer dizer que na próxima vez que a empresa distribuir dividendos, Zé Teimoso receberá 17,6% mais dividendos do que a estratégia 2. Além disso, esses dividendos a mais permitiriam a compra de mais ações ainda.

Este é o efeito “dividendos reinvestidos = mais ações compradas = muito mais dividendos = muito mais ações compradas...” é conhecido como o efeito bola de neve. Ele é pouco notado nas carteiras dos investires iniciantes. Mas conforme a carteira cresce e o tempo passa, os efeitos do reinvestimento dos dividendos se tornam perceptíveis.

E olha que estamos falando de uma empresa fraca, com margens baixas em um setor complicado. Mesmo a Embraer pagando poucos dividendos, a estratégia 1 teve uma diferença sensível das demais. Imagine se Zé Teimoso tivesse escolhido uma empresa que performou bem durante o período?
Para quem busca a independência financeira através de uma renda constituída de dividendos, a estratégia 1 é a mais sensata. Quanto mais ações, mais dividendos.

A estratégia 2 seria recomendada caso os dividendos recebidos fossem empregados em uma aplicação que, de acordo com a análise do investidor, tem probabilidades de render mais. Neste caso, Zé Teimoso confia na Embraer, mas ele deseja utilizar seus dividendos em outra aplicação. Se Zé empregasse seus dividendos em um fundo de renda fixa que rendesse aproximadamente a taxa SELIC, ele teria um patrimônio de cerca de 114 mil reais.

Outra hipótese de se utilizar a estratégia 2 é caso a carteira de Zé tivesse atingido um alto grau de maturidade, distribuindo dividendos suficientes para seu sustento. A partir desse momento, Zé deixaria de comprar mais ações, mas poderia ser considerado rico ao alcançar a sonhada independência financeira. Mas já sabemos que este não é o caso de Zé.

A estratégia 3 (não distribuição de dividendos) é apenas uma hipótese de que a empresa não tenha distribuído seus dividendos. Neste cenário hipotético, o mercado continuaria negociando as ações da mesma forma que sempre negociou, mas sua cotação não sofreu os descontos dos dividendos. Neste cenário, Zé Teimoso ficou com a menor quantidade de ações entre todas as estratégias. Além disso, em todos os outros dois cenários Zé Teimoso poderia ter um lapso e vender todas as suas ações de uma vez sem pagar imposto de renda, pois o seu preço médio está acima da cotação. Apesar de hipotética, não é raro encontrar no mercado empresas que possuem um caixa robusto. A GRND3, por exemplo, possui R$3,41 por ação e a TKNO4 possui R$43,78 por ação em seu caixa e aplicações  (de acordo com o balanço de 2T12). 24% da cotação da GRND3 e 49% da cotação da TKNO4 é referente a dinheiro preso nas empresas. Será que tanto dinheiro guardado não poderia ser empregado de forma melhor? Será que essa empresas estão prejudicando seus acionistas da mesma forma que a estratégia 3?

Após uma breve explanação dos três cenários estudados, é importante fazermos uma pergunta: em qual dos cenários apresentados Zé Teimoso seria um vencedor? 

Zé saiu perdedor em todos os cenários. O que adianta ter uma maior quantidade de “papéis”, se a qualidade deles é baixa? Na bolsa de valores, quantidade e qualidade devem andar de mãos dadas. A escolha da empresa é muito mais importante do que a o reinvestimento dos dividendos.  Investir sem estudar e analisar não trás vantagens. Apesar de Zé Teimoso ter investido em um dos melhores períodos da bolsa brasileira, ele resolver escolher uma empresa que sempre apresentou balanços inconstantes e que pagava dividendos instáveis (às vezes pagava, às vezes não).

Um ponto importante foi notado por alguns colegas que comentaram nas postagens das simulações. Percebemos que tentar empregar o Buy & Hold com a Embraer foi um péssimo negócio. Entretanto, para os investidores que fazem trades de curto ou médio prazo, operar esta empresa poderia ter sido um bom negócio. Por exemplo, entre 2T03 e 1T04, a cotação disparou de 8 para 19 reais, o que representaria um ganho de quase 150% em um ano para os que acertassem os momentos de entrada e saída. Alguns investidores utilizam a estratégia de comprar uma ação e depois vendê-la quando lucrarem uma porcentagem pré-estabelecida (por exemplo, 50%) sobre o valor inicial. Em diversos momentos a Embraer permitiu esta operação. Este que vos escreve já operou Embraer nos findos de 2008 e se saiu ligeiramente bem.

Seja qual for a estratégia utilizada, é importante que o investidor saiba o que está fazendo e com o que ele está mexendo. As compras mensais não se saíram bem no caso de Zé Teimoso e ninguém além dele é o culpado. Investir em apenas uma empresa é uma operação recomendada apenas para quem realmente sabe o que está fazendo. E investir em empresa com histórico ruim é recomendável apenas para especialistas (e mesmo assim há controvérsias). Muitos especialistas, aqueles que realmente sabem ganhar dinheiro, não investem em empresas delicadas.

Para os investidores que desejam construir uma carteira robusta através do tradicional Buy & Hold, o reinvestimento dos dividendos é vital. Eles permitem que o caminho para a independência financeira seja menos longo. Mas nada adiantará se o investidor escolher uma empresa ruim.

Muitos colegas reclamaram da escolha da Embraer para as simulações. Concordo que seria interessante a realização da simulação com outras empresas. Infelizmente muitas delas distribuíam dividendos ridículos há cerca de 10 anos atrás, o que limita a simulação. Tenho entre alternativas a BR Foods(2000), CCR Rodovias(2003), Celesc (1997), Eternit (1996), Gerdau (2003), Grendene (2005), Localiza(2005), Marcopolo (1997), Petrobras (2001), Randon (2004),  Souza Cruz (1996), Usiminas (1997), Vale (1996) ou Weg (2004) – entre parênteses estão os anos de início da simulação. Se você tem curiosidade, escolha uma que em um determinado momento ela será postada.

Caso queira complementar esta postagem de conclusão, fique à vontade nos comentários.

44 comentários:

  1. ---- SMALL CAPS -----
    Eternit
    Grendene
    Marcopolo

    ---- BLUE CHIPS -----
    Petrobras
    Vale
    Souza Cruz

    Seria MUITO, mas MUITO interessante com essas 6 empresas.

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    1. 6 empresas! Acredite, fazer apenas com uma dá um certo trabalho. Mas estou feliz já que tem gente interessada nas simulações.

      Abraços

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  2. Pelo que concluir dessas simulações, a estratégia "Buy and Hold" funciona muito bem com empresas que distribuem bons dividendos. Claro que tendo fundamentos razoáveis. Acredito ser uma alternativa boa para quem não tem muito tempo de acompanhar o mercado, ou tem problemas emocionais ao acompanha-lo.

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    1. Acho o buy & hold a estratégia mais simples e menos estressante. O maior trabalho é o inicial. Depois de escolhido as empresas, o trabalho fica em piloto automático.

      Abraços

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  3. Fala, AdP!

    Boas conclusões!

    Não tem jeito: investir em empresas boas pro longo prazo é essencial.

    Petrobras é um ótimo exemplo, pois a empresa já vem mal das pernas desde a crise, seria interessante avaliar este comportamento (já fiz essa conta :P)

    []s!

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    1. Petrobrás seria uma ótima simulação. Proposta contabilizada.

      Abraços

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  4. Olá AdP!

    Parabéns pelas postagens, foram muito esclarecedoras. Na minha opinião, a empresa que vc usou é secundário, pode ser qualquer uma (claro que quanto melhor a empresa, maior será o resultado), o que conta mesmo é entender que os dividendos realmente existem e que são uma excelente maneira de rentabilizar a carteira.

    Vc tem razão, a estratégia 1 e 2 são as mais sensatas. A 1 serve para o período de acumulação e a 2 para o pós IF, gerando fluxo de caixa. É mais ou menos a mesma coisa que estou fazendo com os FII.

    Investir em empresas que não distribuem dividendos é algo que não faz muito sentido pra mim, já que pra usufruir dos lucros é necessário se desfazer de parte da empresa (vendendo ações), o que não entra na minha cabeça de empresário. Ser dono de uma empresa (nem se for através de ações) na minha opinião é poder usar os lucros obtidos por ela (dividendos), além de poder obter lucro ao vende-la (valorização das ações).

    Parabéns pela série, abraço!

    Corey

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    1. Corey, penso assim também. Como posso ser dono de algo e não recebo parcela do lucro? Investir sem dividendo parece mais com um jogo do que com investimento.

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    2. Ao contrario, investir em uma empresa que NÃO distribui dividendos pode ser muito melhor. Imagine que a empresa tenha um Retorno sobre o capital de digamos 20% a.a. Uma empresa assim seria muito melhor não distribuir dividendos visto a rentabilidade do dividendo retido seria excelente.

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    3. Sim, vc tem razão, uma empresa que não distribui dividendos pode dar um ganho de capital bem maior, mas para ter esse capital em mãos será necessário vender parte da empresa. É a mesma coisa daqueles que compraram um imóvel por 100k e hj vale 200k. O cara teve um ganho fantástico, mas na prática não usufrui desse ganho, ao menos que se desfaça do patrimônio.

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    4. Eu acho essa visão muito tosca, me desculpe a sinceridade. Então quem comprou ações da Apple há 10 anos está muito triste né? Ah, pergunta para os funcionários do Facebook que receberam ações em bonificação quando a empresa estava em fase de crescimento. Quem ganhou 0,01% de participação é milionário hoje.

      É tudo muito simples. As empresas de dividendos de hoje foram de crescimento no passado, sendo que as primeiras podem parar de distribuir dividendos ou serem obrigadas a reduzí-los drasticamente, vide ELPL4.

      O negócio é estar com o capital em boas empresas e ponto final.

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    5. Eu acho que todos têm razão, mas nenhum está 100% certo. Essa questão de viver de investimentos é pessoal.
      Todos os que falaram aqui tem razão. Dá pra investir focado apenas nos dividendos, dá pra investir em empresas que distribuem poucos dividendos, mas com altas perspectivas de lucros e dá pra viver de empresas que realmente bombaram suas cotações, mesmo que não distribuam dividendos.
      O importante é que o investir entenda com o que está mexendo.

      Dá até pra fazer uma postagem a respeito disso.

      Abraços

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    6. Certamente esse assunto extrapola o âmbito dos comentários. Mas investir em empresas de crescimento buscando dividendos e, ao contrário, investir em emoresas de dividendos esperando por crescimento, isso é sinal de quem não sabe o que tá fazendo. Ideal é balancear os dois setores na carteira.

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    7. Não vejo problemas e nem estou dizendo que é errado se desfazer de parte de uma empresa (vendendo ações) para levantar uma grana, o que pretendo dizer é que isso foge do principal pilar do investimento em ações que é "ser sócio de uma empresa". Quem é sócio não vende um pedaço da empresa pra comprar 1 quilo de carne, ele compra a carne com o lucro da empresa.

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    8. A ideia de se obter lucro com o ganho de capital, é ótimo, e pode até superar a empresa que distribui somente dividendos, porém é algo que não sabemos ao certo. "Na minha concepção" é mais garantido ganhar com os dividendos de empresas solidas do que esperar e especular que alguma empresa terá algum aumento de capital. Quem no ano 2000 (após a crise das empresas eletrônicas) poderia esperar que a apple poderia chegar aonde chegou hoje?É algo do futuro, temos como ter indicação mas sem certeza.
      Investir em empresas para auferir lucro sobre ganho de capitais pode ser ótimo para se aumentar o patrimônio, mas na hora de se gastar o melhor mesmo é as que distribuem dividendos.

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    9. Se for assim, então vamos cair naquela velha discussão sobre dividendos que são descontados do preço da ação. Vc gasta os dividendos, mas o patrimônio diminui. Quem estuda, sabe que isso é um conceito errado, da mesma forma que é errado afirmar que empresas de dividendos são melhores que empresas de crescimento. Quem é melhor é o mercado que decide através dos fundamentos e da cotação.

      Como eu disse antes, o melhor é ter ambas em carteira.

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    10. Galera no final o que interessa é sempre o mesmo. Lucros crescentes e constantes. Procurem boas empresas, afinal distribuindo dividendos ou reinvestindo os lucros na própria empresa, se os lucros forem crescentes e constantes o acionista será muito bem recompensado em ambos os casos, e praticamente não haverá grande diferença de como o capital seja aplicado. Claro que estou supondo que quem recebeu os dividendos reaplicou ele todo na compra de ações

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  5. Só tenho uma coisa a dizer:

    Parabéns pela sua dedicação ao blog, amigo

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  6. Excelente essa série de postagens. Vc escolheu cenários realistas e não complicou muito . Logo, o fato de o estudo partir de ideias simples o torna fácil de ser acompanhado por diversas classes de investidores.

    Seria muito interessante fazer duas outras simulações, uma com uma empresa de crescimento e com outra com uma empresa de dividendos, e compará-las ao final. Acho que o resultado seria interessante e daria um bom debate.

    Um abraço!

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    1. Excelente sugestão, Troll. Vou dar uma garimpada para fazer esta comparação.

      Abraços

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  7. ETER, GRND e VALE!
    Vai ser legal!
    Parabéns! Soube dar uma conclusão inteligente!

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  8. Olá Zumbi.
    Obrigado pelos parabéns. Sugestões anotadas.

    Abraços

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  9. Parabens,
    Sem querer abusar, vc sabe o rendimento da selic nesse periodo?

    Ate,
    Ricardo

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    1. http://www.portalbrasil.net/indices_selic.htm

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    2. Esse site do Portal Brasil é muito bom. Tem diversas informações relevantes. Tem também o da BC:

      http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS

      Abraços

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    3. Cara, imagina quem comprou títulos de longo prazo, quando ela estava lá nos 45% ???

      Bizarro !!!!

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    4. Quem fez isso se deu bem :-)
      Abraços

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  10. Excelente AdP :o)
    Escolha da empresa faz uma diferença imensa, o Zé Teimoso deveria ter vendido qdo o preço subiu, comprando uma melhorzinha!

    E ja q vc deixou espaço, sugiro a Souza Cruz :D
    Bjs

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    1. A empresa bateu os 20 e ficou por lá um bom tempo. O azar do Zé é que ele comprou muitas ações a esse patamar. Quando caiu, ele se ferrou.

      Souza Cruz está anotada.

      Abraços

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  11. eu costumo acompanhar seu blog aqui quietinho! mas já que estão dando sugestão eu vou dar a minha: Souza Cruz e grendene.

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  12. Parabéns pela série. E vamos todos escolher boas empresas pra investir. rs
    Abraço.

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    1. Obrigado pelos parabéns, Wellington.

      Abraços e sucesso.

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  13. Então, pode-se dizer que quem quer a independência financeira deve formar uma carteira diversificada de boas empresas e reinvestir os dividendos?

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    1. Olá Rodrigo,
      Isto que você citou é um dos caminhos. É este o caminho que sigo em busca da IF.

      Abraços

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    2. Legal, boa série de posts. Parabéns

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  14. ETER, GRND e VALE
    São empresas que me deixam curioso, quando eu tiver tempo vou fazer umas simulações dessas também

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    1. Faz sim. Dá um pouco de trabalho mas é legal ver o resultado.

      Abraços

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  15. Gostaria de uma empresa mediana... MARCOPOLO

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  16. E em relação a bancos, como exemplo o BBAS3? Sou novo neste mundo e focar dividendos sobre bancos me parece uma boa ideia e "seguro". Estou equivocado?
    Quem opera minimamente apenas reinvestindo os dividendos mais um aporte fixo deveria procurar alguma corretora específica belo baixo volume?
    Muito obrigado e meus sinceros parabéns pelo estudo!

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    1. Olá amigo,
      Sobre ser seguro depende muito. Sua segurança está no seu grau de conhecimento sobre seu investimento, e não no setor do banco. Outro fator de segurança é sua disciplina em relação a seu investimento. Não adiantaria nada você comprar BBAS a 32 reais e vendê-lo a 20, quando houve o auge das notícias ruins sobre o banco.
      Sim, quem opera deste jeito precisará procurar uma corretora que lhe dê mais vantagens. Não precisa ter um Home Broker com diversas opções, sendo que um simples botão de compra já basta. Não precisaria de "analistas" e outras vantagens que algumas corretoras cobram. O ideal é criar conta em uma que cobre pouca taxa de custódia e de corretagem.

      Abraços

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